Fibryga
Fibrinogênio
Informações baseadas na bula oficialAtualizado em Fonte: ANVISA
Para que serve
FIBRYGA serve para tratar sangramentos em pessoas que nascem sem fibrinogênio suficiente no sangue (hipofibrinogenemia ou afibrinogenemia congênita) e também para repor fibrinogênio em pacientes com sangramento grave durante cirurgias. O fibrinogênio é uma proteína essencial para a coagulação do sangue.
Resposta simples
FIBRYGA é indicado para tratar sangramentos em pacientes com falta congênita de fibrinogênio no sangue (hipofibrinogenemia ou afibrinogenemia).
Ver o que diz a bulaComo tomar
FIBRYGA é aplicado diretamente na veia (intravenoso) por um profissional de saúde. A dose é calculada pelo médico, baseada no peso do paciente, na gravidade do quadro e no tipo de cirurgia ou sangramento. O pó deve ser diluído com 50 ml de água para injetáveis, logo antes da aplicação.
Resposta simples
FIBRYGA é aplicado diretamente na veia (intravenoso) por um profissional de saúde.
Ver o que diz a bulaGestação
FIBRYGA é classificado como categoria C de risco na gravidez, ou seja, só deve ser usado se o benefício justificar o risco. Mulheres grávidas ou que planejam engravidar devem consultar o médico antes de usar este medicamento. O mesmo vale para mulheres que estão amamentando.
Cuidados importantes
- Pode causar coágulos nos vasos sanguíneos, especialmente em doses altas, pacientes com doença cardíaca, hepática, no pós-operatório ou em recém-nascidos.
- Pode causar reações alérgicas graves (anafilaxia), como urticária, chiado no peito, queda de pressão e erupções na pele.
- Como é feito a partir de sangue humano, há risco, embora pequeno, de transmissão de infecções virais.
- Contém aproximadamente 132 mg de sódio por frasco; pacientes em dieta com restrição de sal devem informar o médico.
- A solução reconstituída deve ser usada imediatamente e apenas uma vez; não pode ser guardada na geladeira.
- Não é indicado para pacientes com disfibrinogenemia.
Resposta simples
Pode causar coágulos nos vasos sanguíneos, especialmente em doses altas, pacientes com doença cardíaca, hepática, no pós-operatório ou em recém-nascidos.
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